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sexta-feira, agosto 24


O meu amor por você é inédito. Novo e maduro – como pode? 
Penso, sinto e quero você. Hoje, amanhã e na medida sem fim do tempo. 
Quando estou em silêncio e lembro que você existe eu sinto paz. Suspiro aliviada.
Quero vestir o seu abraço e sair com ele por aí, como um colete à prova de balas. Abraço longo, apertado, quente. Quero mais, me abrace mais. Mais um pouquinho. Vai sempre faltar abraço pra minha sede dele.
Sei que dentro de você moram sorrisos. Alguns você deixa escapar, os outros esconde no escuro, pra eu procurar. E eu gosto do jogo.
Gosto também das suas mãos nas minhas, das suas mãos tomando conta de mim. Não quero viver sem suas mãos por perto. Não sei aprender isso. É que esse meu amor inédito parece que nasceu junto comigo.

[Cris Guerra]

terça-feira, abril 5




A vida é delicada e inexata.
É pra quem sabe brincar de poesia.

[Cris Guerra]

quarta-feira, novembro 3

"Meu coração estava grávido. Grávido de um coração de vazios.
Grávido de um coração oco. Que viveu de quases.
Quase amor, quase entrega, quase coragem, quase inteiro, quase ele mesmo.
Quase. Meu coração grávido tudo viveu, tudo disse, tudo fez.
 Agora, não há mais nada. Nada a dizer, a fazer, nada a somar.
Meu coração estava grávido de uma história só sua,
tentando em vão entrar num roteiro fechado. Grávido e solteiro.
Meu coração estava grávido de um amor só meu.
Não respirou outro ar, não bebeu de outro leite. Quase morreu à míngua.
Mas era de si mesmo que o meu coração estava grávido.
Meu coração pariu outro coração de mim mesma e agora está vazio.
Mas é um vazio bom. Vazio de outro vazio, meu coração se enche de si.
Vazio de prisões, meu coração está cheio de possibilidades.
Eu o sinto vazio e quieto. Eu o sinto em paz."

[Cris Guerra]

terça-feira, agosto 3

"Um desses raros momentos em que a gente sabe direitinho o que é felicidade:
Aquele espaço rápido entre uma ansiedade e outra, em que tudo parece perfeito.
E é."
[Cris Guerra]